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| | | 2009-12-14 - O palhaço - Mário Crespo | |
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| Autor | Mensagem |
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DaniM
 | Assunto: Re: 2009-12-14 - O palhaço - Mário Crespo Seg Fev 15, 2010 6:15 pm | |
| Quando puderes para ficar aqui marcado .. mete a intervençao do Paulo Portas a sugerir a reduçao dos salários dos deputados e gestores políticos, tratando-se de uma mudança nao só economicamente estratégica como eticamente correcta visto estarem a congelar os salários ao Povo Portugues.
Depois vejam a resposta do palhaço. |
|  | | sidsidsid

 | Assunto: Re: 2009-12-14 - O palhaço - Mário Crespo Seg Fev 15, 2010 6:20 pm | |
| Paulo Portas elogia independência e profissionalismo de Mário Crespo
"Eu conheço o Mário Crespo há muitos anos. Acho que é um jornalista com independência e acho que é uma pessoa muito profissional. Portanto, nenhum dos qualificativos que ouvi por aí se lhe aplica", afirmou Paulo Portas, em Viana do Castelo, no final de uma iniciativa no âmbito das jornadas parlamentares do partido.
O líder do CDS-PP comentava a polémica em torno de um artigo de opinião do jornalista, que hoje não saiu no "Jornal de Notícias", no qual Mário Crespo acusa membros do Governo de terem falado depreciativamente sobre ele durante um almoço realizado em Lisboa.
O texto acabou por sair no site do Instituto Sá Carneiro, um organismo ligado ao PSD.
Mário Crespo vai participar amanhã num almoço promovido pelo CDS-PP em Guimarães, no âmbito das jornadas parlamentares do partido, devendo fazer um balanço do primeiro ano de mandato do Presidente norte-americano, Barack Obama. .........................................................................................   |
|  | | sidsidsid

 | Assunto: Re: 2009-12-14 - O palhaço - Mário Crespo Seg Fev 15, 2010 6:21 pm | |
| CDS quer cortar salários políticos, Sócrates oferece o seu
Portas sugere sejam os políticos a dar o exemplo. Primeiro-ministro acusa líder democrata-cristão «pensar apenas no votos»
[Notícia actualizada às 12:11 horas, com mais declarações do primeiro-ministro] O CDS-PP propôs esta quarta-feira ao Governo, durante o debate do Orçamento do Estado na Assembleia da República, que fossem os políticos a dar o exemplo no espírito de contenção e sacrifício que se exige ao país para este ano, abdicando do 13º mês. Segundo o deputado Paulo Portas, a medida resultaria numa poupança de 5 ou 6 milhões de euros. Acompanhe
a emissão em directo AQUI O líder popular, Paulo Portas, confrontou o primeiro-ministro com as declarações prestadas há semanas pelo ministro das Finanças, que afirmou numa entrevista estar disposto a abdicar de parte do seu salário, se isso fosse necessário. «Viabilizar OE é um acto de responsabilidade» Governo vai discutir actualização do PEC com partidos «Está disposto a tocar no salário do primeiro-ministro, no salários dos ministros, no salário dos deputados, nos salários dos responsáveis dos governos regionais?», questionou Portas, dirigindo-se a José Sócrates. «Porque não damos o exemplo e não abdicamos todos do 13º mês?». Na resposta, o primeiro-ministro mostrou-se disponível para abdicar de parte da sua remuneração. «Não me importo nada de reduzir o meu salário. Tenho o maior gosto de contribuir com o meu 13º mês», disse José Sócrates. Sócrates assegura que nunca deu orientação à PT sobre TVI No entanto, o primeiro-ministro adiantou não estar de acordo com medidas que apenas têm efeitos morais e considerou que «isso não resolve o problema» e acusou o CDS de demagogia, considerando a proposta excessiva e populista. «Ao propor que se cortem os salários dos políticos, o senhor está a pensar apenas nos votos», acusou. Ou seja, o Governo não pretende avançar com a medida mas, se o CDS avançar com essa proposta, «não contará com a minha oposição», assegurou Sócrates. «Antes das eleições fartura, depois das eleições miséria O CDS acusou ainda o Executivo de mudar de atitude a partir das eleições. «No ano passado os funcionários públicos receberam aumentos de 2,9%. Com a inflação negativa, o aumento real andou perto dos 4%. O senhor primeiro-ministro já sabia que a inflação ía ser baixa. Agora este ano, os funcionários vão ter um aumento nulo. Antes das eleições fartura, depois das eleições, miséria», disse Paulo Portas. O CDS defendeu, nas negociações prévias ao Orçamento do Estado, uma diferenciação para os salários mais baixos. Endividamento externo é «fatal para o país» «A contenção é inevitável, mas tendo em conta o aumento de 2009, há um problema, que só se resolve dando o exemplo», defendeu Portas. .........................................................................................   |
|  | | sidsidsid

 | Assunto: Re: 2009-12-14 - O palhaço - Mário Crespo Seg Fev 15, 2010 6:23 pm | |
| Portas desafia Governo a mexer nos rendimentos dos políticos
O líder do CDS desafiou hoje o primeiro-ministro a cortar o seu salário e o dos deputados para dar um sinal de contenção ao país, ao mesmo tempo que se propõe o congelamento dos salários da Função Pública. "Está disposto a tocar no seu próprio salário, no salário dos ministros, dos deputados, do Presidente da República, dos presidentes de câmara, nos Governos regionais, dos gestores públicos, dos dirigentes dos institutos públicos?", perguntou Paulo Portas, no Parlamento, sugerindo ainda que estes responsáveis abdiquem do 13º mês. Portas reconheceu que o corte desses salários "não resolve o défice, são apenas cinco ou seis milhões de euros mas dá-lhe autoridade [a Sócrates] ou pelo menos as pessoas passarão a compreender a sua autoridade quando pede contenção aos outros tendo dado o aumento que deu em ano de eleições". .........................................................................................   |
|  | | sidsidsid

 | Assunto: Re: 2009-12-14 - O palhaço - Mário Crespo Seg Fev 15, 2010 7:28 pm | |
| mário crespo, a decepção das decepções.
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Esta estória do Mário crespo já não convence ninguém que tenha capacidades de raciocinio .Pode convencer os que querem ser convencidos e nada mais do que isso. Depois de recordar das últimas intervenções do jornalista sobre as matérias que tem estado na mesa e que procuram sistemáticamente denegrir o chefe do governo e o governo é fácil concluir que Crespo tem uma visão passadista deste país e que apenas se limitou a escondê~la o tempo suficiente para se impôr na qualidade quase majestática de super homem da palavra e do jornalismo.
O pior é que palavras leva-as o vento e que são as acções que contam neste nosso mundo politico e em todos os outros e assim Mário crespo tem vindo a demonstrar que como jornalista é capaz de usar de truques muito discutiveis e que como pessoa não é afinal o que quis fazer passar.
Não discuto o direito de se falar contra Sócrates e o governo do ponto de vista das funções e do resultado do trabalho , entendo que este país é livre e que devemos ser críticos e imparciais; nenhum governante está acima da critica e nenhum governo governa sem cometer erros, porém nem Mário crespo , nem nenhum dos seus actuais correligionários incluindo nesses correligionários, a chusma intragável que outra coisa não faz senão usar dos meios mais impróprios, tem a intenção de criticar o governo de forma aceitável e eficaz.
A ideia dessa gente é denegrir , atacar vorazmente e sobretudo tudo fazer para colocar no poder algo de semelhante ao que havia antes do 25 de abril que sabemos agora também não fez as delicias de Crespo que deixou claro na entrevista que deu , ser fan de kaulza e de todo o aparelhos fascistoide que por cá percorreu caminhos.
É decepcionante ver-se que Mário crespo não resistiu á tentação de ser mais um dos jornalistas com falta de respeito pela liberdade dos outros demonstrando um deprezo quase insuportável pelo povo português e pelas suas conquistas.
No mais o facto de se olhar como um mártir diz tudo de uma cabeça que provávelmente nem andará na sua melhor forma.
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|  | | DaniM
 | Assunto: Re: 2009-12-14 - O palhaço - Mário Crespo Seg Fev 15, 2010 11:40 pm | |
| Fantástico. "Nao tenho problema nenhuma em reduzir o salário, mas nao resolve o problema."
Enfim, viva Portugal. Corrupçao por todo o lado. |
|  | | sidsidsid

 | Assunto: Re: 2009-12-14 - O palhaço - Mário Crespo Qua Fev 17, 2010 10:03 pm | |
| Clara Ferreira Alves - "Expresso" Não admira que num país assim emerjam cavalgaduras, que chegam ao topo, dizendo ter formação, que nunca adquiriram (Olá! camarada Sócrates...Olá! Armando Vara...), que usem dinheiros públicos (fortunas escandalosas) para se promoverem pessoalmente face a um público acrítico, burro e embrutecido.  Este é um país em que a Câmara Municipal de Lisboa, desde o 25 de Abril distribui casas de RENDA ECONÓMICA - mas não de construção económica - aos seus altos funcionários e jornalistas, em que estes últimos, em atitude de gratidão, passaram a esconder as verdadeiras notícias e passaram a "prostituir-se" (Olá! Batista Bastos... ainda és comunista?!) na sua dignidade profissional, a troco de participar nos roubos de dinheiros públicos, destinados a gente carenciada, mas mais honesta que estes bandalhos.  Em dado momento a actividade do jornalismo constituiu-se como O VERDADEIRO PODER. Só pela sua acção se sabia a verdade sobre os podres forjados pelos políticos e pelo poder judicial. Agora contínua a ser o VERDADEIRO PODER mas senta-se à mesa dos corruptos e com eles partilha os despojos, rapando os ossos ao esqueleto deste povo burro e embrutecido. Para garantir que vai continuar burro o grande cavallia (que em português significa cavalgadura) desferiu o golpe de morte ao ensino público e coroou a acção com a criação das Novas Oportunidades. Gente assim mal formada vai aceitar tudo e o país será o pátio de recreio dos mafiosos. A justiça portuguesa não é apenas cega. É surda, muda, coxa e marreca. Portugal tem um défice de responsabilidade civil, criminal e moral muito maior do que o seu défice financeiro, e nenhum português se preocupa com isso, apesar de pagar os custos da morosidade, do secretismo, do encobrimento, do compadrio e da corrupção. Os portugueses, na sua infinita e pacata desordem existencial, acham tudo "normal" e encolhem os ombros. Por uma vez gostava que em Portugal alguma coisa tivesse um fim, ponto final, assunto arrumado. Não se fala mais nisso. Vivemos no país mais inconclusivo do mundo, em permanente agitação sobre tudo e sem concluir nada. Desde os Templários e as obras de Santa Engrácia, que se sabe que, nada acaba em Portugal, nada é levado às últimas Consequências, nada é definitivo e tudo é improvisado, temporário, desenrascado.  Da morte de Francisco Sá Carneiro e do eterno mistério que a rodeia, foi crime, não foi crime, ao desaparecimento de Madeleine McCann ou ao caso Casa Pia, sabemos de antemão que nunca saberemos o fim destas histórias, nem o que verdadeiramente se passou, nem quem são os criminosos ou quantos crimes houve.  Tudo a que temos direito são informações caídas a conta-gotas, pedaços de enigma, peças do quebra-cabeças. E habituámo-nos a prescindir de apurar a verdade porque intimamente achamos que não saber o final da história é uma coisa normal em Portugal, e que este é um país onde as coisas importantes são "abafadas", como se vivêssemos ainda em ditadura. E os novos códigos Penal e de Processo Penal em nada vão mudar este estado de coisas. Apesar dos jornais e das televisões, dos blogs, dos computadores e da Internet, apesar de termos acesso em tempo real ao maior número de notícias de sempre, continuamos sem saber nada, e esperando nunca vir a saber com toda a naturalidade. Do caso Portucale à Operação Furacão, da compra dos submarinos às escutas ao primeiro-ministro, do caso da Universidade Independente ao caso da Universidade Moderna, do Futebol Clube do Porto ao Sport Lisboa Benfica, da corrupção dos árbitros à corrupção dos autarcas, de Fátima Felgueiras a Isaltino Morais, da Braga Parques ao grande empresário Bibi, das queixas tardias de Catalina Pestana às de João Cravinho, há por aí alguém quem acredite que algum destes secretos arquivos e seus possíveis e alegados, muitos alegados crimes, acabem por ser investigados, julgados e devidamente punidos?   Vale e Azevedo pagou por todos?  Quem se lembra dos doentes infectados por acidente e negligência de Leonor Beleza com o vírus da sida?  Quem se lembra do miúdo electrocutado no semáforo e do outro afogado num parque aquático? Quem se lembra das crianças assassinadas na Madeira e do mistério dos crimes imputados ao padre Frederico?  Quem se lembra que um dos raros condenados em Portugal, o mesmo padre Frederico, acabou a passear no Calçadão de Copacabana? Quem se lembra do autarca alentejano queimado no seu carro e cuja cabeça foi roubada do Instituto de Medicina Legal? Em todos estes casos, e muitos outros, menos falados e tão sombrios e enrodilhados como estes, a verdade a que tivemos direito foi nenhuma. No caso McCann, cujos desenvolvimentos vão do escabroso ao incrível, alguém acredita que se venha a descobrir o corpo da criança ou a condenar alguém? As últimas notícias dizem que Gerry McCann não seria pai biológico da criança, contribuindo para a confusão desta investigação em que a Polícia espalha rumores e indícios que não têm substância.  E a miúda desaparecida em Figueira? O que lhe aconteceu? E todas as crianças desaparecida antes delas, quem as procurou? E o processo do Parque, onde tantos clientes buscavam prostitutos, alguns menores, onde tanta gente "importante" estava envolvida, o que aconteceu? Arranjou-se um bode expiatório, foi o que aconteceu. E as famosas fotografias de Teresa Costa Macedo? Aquelas em que ela reconheceu imensa gente "importante", jogadores de futebol, milionários, políticos, onde estão? Foram destruídas? Quem as destruiu e porquê?  E os crimes de evasão fiscal de Artur Albarran mais os negócios escuros do grupo Carlyle do senhor Carlucci em Portugal, onde é que isso pára?  O mesmo grupo Carlyle onde labora o ex-ministro Martins da Cruz, apeado por causa de um pequeno crime sem importância, o da cunha para a sua filha.  E aquele médico do Hospital de Santa Maria, suspeito de ter assassinado doentes por negligência? Exerce medicina? E os que sobram e todos os dias vão praticando os seus crimes de colarinho branco sabendo que a justiça portuguesa não é apenas cega, é surda, muda, coxa e marreca. Passado o prazo da intriga e do sensacionalismo, todos estes casos são arquivados nas gavetas das nossas consciências e condenados ao esquecimento. Ninguém quer saber a verdade. Ou, pelo menos, tentar saber a verdade. Nunca saberemos a verdade sobre o caso Casa Pia, nem saberemos quem eram as redes e os "senhores importantes" que abusaram, abusam e abusarão de crianças em Portugal, sejam rapazes ou raparigas, visto que os abusos sobre meninas ficaram sempre na sombra. Existe em Portugal uma camada subterrânea de segredos e injustiças, de protecções e lavagens, de corporações e famílias, de eminências e reputações, de dinheiros e negociações que impede a escavação da verdade. Este é o maior fracasso da democracia portuguesa .........................................................................................   |
|  | | Didi_POR_

 | Assunto: Re: 2009-12-14 - O palhaço - Mário Crespo Qua Fev 17, 2010 10:29 pm | |
| FOGO que paciencia ganda dedicaçao SID!!! |
|  | | DaniM
 | Assunto: Re: 2009-12-14 - O palhaço - Mário Crespo Qua Fev 17, 2010 10:35 pm | |
| Sublinho o post do SID.
Não é paciência, é querer ver as coisas com olhos de ver. |
|  | | sidsidsid

 | Assunto: Re: 2009-12-14 - O palhaço - Mário Crespo Qua Fev 17, 2010 11:24 pm | |
| Eu só coloquei o artigo... não é meu, e aproveitei e dei rosto às palavras. .........................................................................................   |
|  | | sidsidsid

 | Assunto: Re: 2009-12-14 - O palhaço - Mário Crespo Qui Fev 18, 2010 2:27 am | |
| Mário Crespo mostra T-Shirt sobre Sócrates no ParlamentoO jornalista da SIC Notícias Mário Crespo mostrou esta quarta-feira, durante a audiência no Parlamento, uma camisola da empresa Cão Azul em que se lê a mensagem “Eu ainda não fui processado pelo Sócrates”. “Nunca vesti esta T-shirt em público, mas confesso que já dormi com ela várias vezes”, referiu Mário Crespo aos deputados. “Numa altura em que me consciencializei que estava a ser incómodo e que isto podia ter consequências um bocado estranhas, recebi na SIC esta T-shirt”, acrescentou. Mário Crespo aludiu ainda à “grande confusão de processos numa onda litigiosa que foi levantada por membros do Governo” contra vários jornalistas, algo que gerou no País a percepção de que a crítica não é bem recebida. 'Estou aqui porque me foi censurada uma crónica', afirmou também na comissão de Ética, Sociedade e Cultura, aludindo ao polémico texto que não chegou a sair nas páginas do ‘Jornal de Notícias’.  .........................................................................................   |
|  | | Didi_POR_

 | Assunto: Re: 2009-12-14 - O palhaço - Mário Crespo Qui Fev 18, 2010 3:55 pm | |
| Claro com rosto e que é!!!! |
|  | | sidsidsid

 | Assunto: Re: 2009-12-14 - O palhaço - Mário Crespo Sex Jun 04, 2010 12:49 am | |
| o escândalo continua... Bruxelas arquiva Magalhães, mas contesta computadores do e-escola 03.06.2010 - 16:35 Por Isabel Arriaga e Cunha, Bruxelas
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A Comissão Europeia confirmou hoje que o método de fornecimento dos primeiros computadores Magalhães é ilegal face ao direito comunitário, mas decidiu arquivar o processo de infracção aberto contra Portugal, depois de o Governo ter decidido colocar a concurso os fornecimentos futuros.  O fornecimento da segunda geração de computadores do e-escolinhas foi ganho pela JP Sá Couto em concurso público (PÚBLICO (arquivo)) Em contrapartida, Bruxelas prosseguiu o processo contra Portugal no caso dos computadores previstos nos programas e-escola, e-professores e e-oportunidades, que, ao contrário do e-escolhinhas, continham a ser fornecidos por adjudicação directa. Na origem, os quatro programas comportavam a mesma infracção ao direito comunitário pelo facto de o fornecimento dos computadores neles previstos não ter sido submetido a concurso público como impõem as regras do mercado interno da comunidade. Bruxelas lembra que, em Abril e Julho de 2008, “o Ministério português das Obras Públicas, Transportes e Comunicações adjudicou directamente aos operadores de telecomunicações TMN, Sonaecom e Vodafone os contratos públicos para o fornecimento de computadores notebook e o fornecimento dos serviços Internet”. Estes contratos foram concedidos no contexto dos programas de educação e-escolinha, e-escola, e-professores e e-oportunidades, para serem usados por estudantes, professores e estagiários, lembra. Para a Comissão, “as autoridades portuguesas distorceram a concorrência ao definir os termos e condições precisos para o fornecimento dos notebooks e serviços Internet associados, e ao conceder subsequentemente os contratos públicos aos operadores de telecom sem o procedimento apropriado de adjudicação”. “Isto poderá também ter resultado num desperdício de dinheiro dos contribuintes”, nota em comunicado. Além disso “a Comissão pensa que os contratos incluíam especificações técnicas discriminatórias no que se refere aos microprocessadores que equipavam os notebooks, o que limitou o âmbito dos computadores a fornecer”. No caso do e-escolinhas, e depois de inúmeros pedidos de explicações de Bruxelas durante mais de um ano e a abertura de um processo por infracção contra Portugal, o Governo aceitou alterar o método de fornecimento dos Magalhães, submetendo-o a concurso público. O facto de ter entrado nos eixos, convenceu a Comissão a arquivar o processo nesta vertente específica. Em contrapartida, a falta de respostas convincentes do Governo sobre os outros programas levou Bruxelas a prosseguir o processo de infracção passando à fase seguinte e imediatamente anterior à apresentação de uma queixa no Tribunal de Justiça da União Europeia. Este passo será dado se o Governo não explicar num prazo máximo de dois meses como é que pensa corrigir a ilegalidade no quadro de uma estratégia devidamente detalhada e calendarizada. .........................................................................................   |
|  | | sidsidsid

 | Assunto: Re: 2009-12-14 - O palhaço - Mário Crespo Ter Set 14, 2010 4:04 am | |
| Dirigente do PS com licenciatura duvidosa O secretário nacional adjunto do PS, e homem de confiança de José Sócrates, André Figueiredo apresenta-se como advogado e jurista, mas um professor de Direito da Universidade Internacional da Figueira da Foz (UIFF) garante que o político não terá completado o curso.
- 0h30
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Por:Gonçalo Silva André Figueiredo inscreveu-se em 1995 na UIFF e, meses antes de o estabelecimento de ensino ser encerrado pela tutela, em Novembro de 2009, pediu um certificado de habilitações. Mas, para completar a licenciatura, faltava--lhe a aprovação na cadeira de Estágio Curricular, correspondente a 200 horas numa instituição ou entidade, findas as quais teria de apresentar um relatório e fazer a respectiva defesa oral perante o professor. Tiago Castelo Branco, advogado, à data docente e coordenador da disciplina de Estágio Curricular na UIFF, disse ontem ao CM que não avaliou o aluno: "Não lhe dei qualquer avaliação à disciplina de Estágio Curricular. Ele não apresentou uma proposta de estágio nem se deslocou aos serviços académicos para a universidade lhe arranjar uma entidade onde pudesse fazer o estágio." Segundo o professor universitário, o secretário nacional adjunto do PS só poderia obter aprovação à disciplina através da acreditação de competências – processo que, ao que sabe, não foi desencadeado. Isto porque, após o encerramento da UIFF, o conselho científico da faculdade não voltou a reunir-se. "Parece-me que o conselho científico não existia e não me foi pedida qualquer avaliação ou parecer relacionado com o aluno em causa", explica. No entanto, já em Janeiro de 2005 André Figueiredo assinou um parecer no boletim trimestral da Comissão Nacional de Eleições, enquanto membro do Gabinete Jurídico do organismo público. Ainda em 2005, o então militante da JS candidatou-se ao Conselho Jurisdicional da Federação Portuguesa de Triatlo, escrevendo no currículo "Licenciado em Direito – Advogado". Em Abril de 2009, deu uma conferência na Guarda onde se apresentou como advogado. .........................................................................................   |
|  | | | | 2009-12-14 - O palhaço - Mário Crespo | |
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